Justiça

Assassino do jornalista Décio Sá é condenado a 22 anos de prisão por duplo homicídio em Santa Inês

Jhonatan de Sousa Silva foi condenado por ter executado a tiros Antônio Pereira Lima e Geraldo Araújo Pereira em outubro de 2010, no município de Santa Inês.

28/11/2019 14h43
Por: Costa
Fonte: G1 MA — São Luís
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Jhonatan de Sousa Silva é condenado a 22 anos de prisão — Foto: Reprodução/TV Mirante
Jhonatan de Sousa Silva é condenado a 22 anos de prisão — Foto: Reprodução/TV Mirante

Jhonatan de Sousa Silva, assassino confesso do jornalista Décio Sá, foi condenado a 22 anos e 11 meses de prisão pelo assassinato de dois homens em outubro de 2010, no bairro Sítio Bar, na zona rural de Santa Inês, município localizado a 250 km de São Luís. O julgamento foi realizado nesta quinta-feira (28) no Fórum de Justiça do município.

Ele é acusado de ter executado a tiros dois homens que jogavam sinuca com ele em um bar na zona rural de Santa Inês depois de uma discussão por causa de uma aposta no valor de R$ 5. As vítimas Antônio Pereira Lima e Geraldo Araújo Pereira foram baleadas na cabeça.

Na época do crime, Jhonatan usava um nome falso e era conhecido como Leandro da Silva da Conceição. Ele chegou a ser preso, mas foi liberado após ser concedido um habeas corpus. Somente após ele ter assassinato o jornalista Décio Sá em abril de 2012 em São Luís, que a polícia descobriu que ele era o autor do duplo assassinato em Santa Inês.

Nesta quinta-feira (28) durante o julgamento, Jhonatan mudou a versão dada anteriormente e disse que cometeu o crime por conta de um assédio sexual que uma mulher que estava com uma das vítimas havia sofrido no bar em que eles estavam.

Esta é a segunda vez este ano que Jhonatan de Sousa Silva senta no banco dos réus. Em setembro, ele foi julgado pelo assassinato de um preso dentro do presídio de Pedrinhas, na capital, mas foi absolvido.O acusado cumpre pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas por conta do assassinato do jornalista Décio Sá.

Inicialmente, ele havia sido condenado a 25 anos e três meses de prisão, mas a pena foi aumentada para 27 anos e sete meses. O acusado ainda responde por outros cinco processos, inclusive no estado do Piauí pelo assassinato do empresário Fábio Brasil.

 

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